outubro 2003

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{ Ontem }

Tem dias que eu levanto e sinto cheiro de tempos antigos. De amores passados, de lugares distantes. Às vezes o dia tem cheiro de ontem.

No ontem, eu tomava banho ouvindo música e minha mente criava vídeo-clipes. Ao som de “Resposta”, do Skank, a moça em preto e branco entrava na banheira com sua taça de vinho tinto e se cortava com uma lâmina de barbear. Todo o corpo, cheio de cortes, até morrer no fim da música. Era o que eu mais gostava de imaginar, mas desde então decidi manter objetos cortantes longe do meu banheiro.

O ontem não tinha cheiro de sangue, mas era repleto dele.

Comentários cortantes:

Adorei a diversão. Foram dias animadíssimos, em que eu descobri que tenho muito mais amigos do que imaginava. Gente que me defendeu, porque gosta de mim ou porque tava de saco cheio da vida e aproveitou o embalo.

E isso eu achei super legal. Um monte de gente veio ver “aquele blog que plagiaram”. Algumas pessoas que eu nunca vi na vida estavam, de repente, vestindo a camisa e mostrando que são muito mais que leitores. Eles também entraram no blog do menino ctrl+c ctrl+v, que infelizmente ainda não notou a diferença entre a boa e a má propaganda. Mas isso já é problema dele – e eu não tenho absolutamente nada a ver com isso.

Ah! Como não poderia deixar de ser, agradeço ao Thiago que, apesar dos pesares, é o causador de tantas boas coisas.

A partir de agora, segue programação normal. Estamos abertos 24 horas, tudo com 50% de desconto! Aproveite!

Leve um e pague dois:

{ Filho da p…!!! }

Hoje eu descobri o que um incapaz é capaz de fazer. Afinal, incapaz é aquele que não sabe fazer nada – e, na teoria, não poderia mesmo. Ou não deveria. Mas, sem querer, notei que um incapaz tem a capacidade de utilizar o ctrl+c e ctrl+v.

Onde exatamente eu quero chegar? Simples. Achei um blog, na internet, de endereço www.chatisse.blig.ig.com.br. Qual não foi a minha surpresa ao clicar no link e descobrir – o que?? – um bloguezinho de nome “Chá-tice”, com vários posts meus. Assinado por um tal “Sacaneado pelo Blig”. E eu sou sacaneada por quem, então?

Minha primeira reação foi de ódio mortal, claro. Ira. Mentalizei todas as torturas medievais, aliadas às práticas sadomasoquistas mais dolorosas. Enquanto eu bradava aos quatro cantos a imbecilidade do cidadão que é incapaz de escrever um blog e copia (tratando como seus!) uma série de textos que eu escrevi, algumas coisas se organizaram na minha cabeça.

Inveja. Eu nem sei muito bem de que. Mas não consegui imaginar outra explicação. Infantilidade e burrice? Óbvio. Mas, por que? POR QUE?

Entretanto, se, por um lado, isso me dá vontade de esganar esse incompetente solto no mundo e lhe cortar os dedos para nunca mais fazer um ctrl+c e ctrl+v, por outro lado me orgulha. Mostra que o chátice está bacana. Que tem gente que lê e que, talvez, queira um igual.

Mas isso não vai me fazer relevar. Eu não sou piedosa. Não sou candidata a santa. Quero que Thiago Fagundes, 17 anos, crie um pingo de vergonha na cara para nunca mais vir aqui me plagiar. Claro que ele vai ler isso quando vier buscar seu próximo post.

Só quero ver se ele vai publicar esse.

Babaca, otário, filho da puta… xingue você também!

{ Tecnicamente… }

Eu gosto de algumas coisas simplesmente porque eu gosto. Da trilha sonora de Moulin Rouge, do trabalho do Romero Britto, do céu azul e de doce de figo ramy. Se me perguntarem porquê, digo “porque sim!” e acabou-se.

Nesse fim de semana, pensei que talvez eu esteja certa em gostar e pronto. Comprei um cd do Strokes (Is This It) e ouvi que não era tão bacana porque o som não era tão trabalhado. Disseram pra eu não comprar nada do Romero Britto porque aquilo não era arte.

Então eu não quero arte! Então eu sou só mais uma massificada atrás do que é fácil!

Já estava quase pulando da janela quando um amigo me veio com um questionamento sobre “análises desmembradas”. E eu cheguei à conclusão que, se eu dividir tudo em pedaços menores e decifrá-los um a um, vou descobrir que um monte de coisas que eu achava super bacanas são lixo (foi o que quase aconteceu com The Strokes quando me disseram “olha que bateria pobre!”, “hum, esse baixista, hein? Sei não…”).

Por outro lado, se eu analisar tecnicamente algumas coisas, talvez considere boas por serem interessantes separadamente – e estar enganada. Num chat, “loiro, olhos azuis e bronzeado” não quer dizer muita coisa. Apesar de todo mundo imaginar um conjunto interessante, a última Coca-Cola do deserto, é óbvio que o cara pode ser horroroso – e a Coca, nesse caso, vai estar quente e sem gás.

O meu amigo das análises desmembradas discutia que estava interessado numa menina que tem um sorriso lindo, mas parece vazia. Porque ela tem a bateria meio normal, o baixo meio fraco… mas o conjunto é interessante, não é? É. Mas não é arte. Não é a mulher ideal. Não é perfeita.

E quem quer gente perfeita? Eu quero o que me agrada. O que me faz feliz. Sentimento não tem ISO9000.

Certificado de qualidade:

{ Ou isso ou aquilo* }

Quanto tempo da sua vida você passou estudando para uma prova em que se ferrou? Quantos dias vocês esperou que o telefone tocasse – e ele não tocou? Calcule as horas jogadas no lixo.

Nesse período, você poderia ter ido ao parque, deitado na grama e olhado pro céu. Poderia ter contado as estrelas, visto as formigas passeando com folhinhas nas costas, feito um bolo ou lido um livro. Mas não. Você podia ter dito a alguém o quanto gosta dela, podia ter dormido na rede e ter brincado com o cachorro. Eu nem tenho um cachorro para brincar, mas brincaria com meu gato.

Entretanto, ontem optei por estudar. Antes tivesse feito qualquer outra escolha.

Foi pensando nisso que cogitei a possibilidade de largar a faculdade. Já tenho um curso superior, não preciso de outro. Enquanto eu me divido entre as várias obrigações, o céu continua com nuvens e estrelas, as formigas continuam com suas folhinhas nas costas, a rede segue balançando com o vento. E eu?

Eu deixo tudo passar para cuidar das derivadas e integrais que eu não entendendo e não quero entender (a não ser para a prova). Sigo fazendo coisas das quais nem sempre me orgulho e que nem sempre me dão prazer. Calculo quanto tempo passei em aulas que eu não suporto. E só o que eu queria era sentir o vento, a umidade da grama entre os dedos dos pés, a joaninha fazendo cócegas no meu braço. O afago no cabelo, um bom filme no cinema, aquele cd tocando.

Talvez minhas últimas escolhas não tenham sido as mais acertadas.

*Poesia da Cecília Meireles, que eu posto logo abaixo.

Ou Isto ou Aquilo

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.

Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.

Cecília Meireles

Isto ou aquilo?

{ Quem muito abaixa… }

Engraçado. Sabe quando você faz tudo, tudo, tudo, o máximo que podia fazer, e se fode no fim? Bem diz o ditado: quem muito abaixa mostra a bunda.

Sempre aprendi que, se você quer bem feito, tem que fazer você mesmo. Por isso, não fico parada e faço o que acho melhor. E quando você toma uma atitude em nome de várias pessoas, pode saber que vai ter um infeliz pra dizer “vai tomar no cu”, a quem você vai ter que responder “vai se foder, inútil”.

Eu me ferrei, perdi metade da aula que adoro, saí na chuva, gastei o meu dinheiro pra comprar um bolo e refrigerantes. Quando voltei, metade das pessoas que poderiam ter ido estavam conversando, nem aí pra aula que eu adoro.

No outro dia, saí podre do trabalho, tinha que ir pra aula que eu adoro e já tinha perdido inifinitas porque precisei trabalhar até tarde. Mas, antes, passei para comprar os presentes que tinha prometido comprar, cheguei na aula e descobri que a turma toda queria participar do meu presente, aquele que eu achei legal.

Isso foi há algumas semanas. Hoje, poucas pessoas me pagaram e eu ainda tive que ouvir um “eu nem sabia o que iam dar, acho que isso não está certo”. Rá rá rá.

E é sempre assim. Você se fode se faz bem. Você se fode se faz mal.

PS: texto mal-escrito, já que, bem ou mal, a merda no fim é sempre a mesma.

Mostra a bunda!

{ Maior amor }

Não sei bem como tudo começou. Só lembro das palavras do dia em que o conheci: “que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure”. E dura, até hoje.

No começo era difícil definir nossa relação. Durante anos, extasiei-me com tudo o que sabia e dizia. Podia passar horas na sua presença, sem dizer nada, boquiaberta com tanta poesia. Mesmo quando falava das coisas mais simples da vida, trazia um quê de maravilha.

Com o tempo, foi ficando cada vez mais difícil guardar toda essa admiração só para mim. Fui, aos poucos, contando aos outros o quanto o amava. Hoje, muita gente sabe. E eu me orgulho de tê-lo sempre comigo, mesmo quando só na memória.

Domingo é uma data especial para nós. Ele faria 90 anos. Vinicius de Moraes, o poetinha que eu sempre quis conhecer, mas que não me esperou e partiu antes de eu dar a cara no mundo.

Soneto do maior amor

Maior amor nem mais estranho existe
Que o meu, que não sossega a coisa amada
E quando a sente alegre, fica triste
E se a vê descontente, dá risada.

E que só fica em paz se lhe resiste
O amado coração, e que se agrada
Mais da eterna aventura em que persiste
Que de uma vida mal-aventurada.

Louco amor meu, que quando toca, fere
E quando fere vibra, mas prefere
Ferir a fenecer – e vive a esmo

Fiel à sua lei de cada instante
Desassombrado, doido, delirante
Numa paixão de tudo e de si mesmo.

Vinicius de Moraes

Oxford, 1938

Infinito enquanto dure:

Fim de semana. Meus pais em casa, fato raríssimo (para quem não sabe, moro só com a minha irmã). Saudades, eu não os via desde junho. Família reunida, jogando conversa fora, almoçando junto. Foi ótimo – durante os cinco primeiros minutos.

Acordo às 8h15 da manhã com o furdunço na casa. Anda pra lá, anda pra cá, berra aqui, grita acolá, e eu, que tinha ido dormir às 2h da manhã, estou de pé. Na sala, assistindo aos seriados do SBT, ouço a cada meia hora as mesmas perguntas: “que programa é esse?”, “é americano?”, “o que que conta?”, acompanhado dos comentários “que programa bobo!”, “não sei como você ri”.

Cansada de ter que explicar cada seriado que começa (além das conversas sobre o casamento da minha irmã e, pasme, sobre o meu! Sim, porque minha irmã vai casar logo, mas o que diabos EU tenho com isso?), vou para o computador. Lá estou eu, conversando animadamente no icq. Minha mãe:

– Temos que ligar pra sua madrinha pra agradecer o presente de formatura. (detalhe: me formei há um ano e meio. Será que ela não pode esperar duas horas pra receber a ligação de agradecimento?)

– Tá bem, mãe. Depois a gente liga.

– Liga agora.

– Agora não, mãe. É hora do almoço. (notem a tentativa de fuga!)

– Imagina, não tem problema.

– Depois, mãe.

– Procura aí o número na internet.

Intimidada pelo olhar do meu pai, que assiste à cena, entro no site da Telefônica e pego o número.

– Então depois a gente liga, mãe.

Pi pi pi pi pi pi pi pi pi pi pi pi pi (onomatopéia do teclado do telefone).

Só uma palavra para resumir minha condição nesse instante: indignada.

– Oi, Silvinha, tudo bom? Como é que tá tudo aí? Blablablabla… então peraí que ela vai falar com você. (eu? quem disse que eu ia falar com ela naquela hora? Achei que tivesse dito “depois”)

Atendo, blablablabla, desligo.

– Pronto, agora vamos ligar pra sua tia.

AAAAAAAAAAAAAARRRRRRRRRGGGGGGGHHHHHHHHHHH!!!!!!

Post aleatório, ao estilo do unread.

Eu sou uma pessoa praticamente cega, com 3,5 graus de miopia. Esses dias, acordei, abri o olho e… surpresa! Eu enxergava tudo perfeitamente! Nada embaçado, tudo nítido, uma coisa espantosa! Pensei “Milagre! Milagre!”. Estava quase telefonando para a igreja mais próxima quando me liguei do acontecido. Tinha dormido com as lentes de contato.

Putz! Estúpida.

Cachorro, gato, galinha…

{ Bocó de mola }

Tem músicas que foram feitas para alguém. Porque, se não foram, então não têm a menor razão de ser. Descobri isso hoje, quando discutia que a música “She”, do Elvis Costello (que eu juro que não faço a menor idéia de quem seja), foi feita por alguém que amava muito – ou era muito mentiroso.

Disseram a mim que não era preciso, que o compositor encarnava um personagem e… tchanã! Lá estava a música. Qual é a graça dessa música se ela não tiver sido feita pra ninguém? Quer dizer que chorei à toa ontem, quando tocou essa música no filme? Ai, ai, é foda ser bocó de mola…

She

Elvis Costello

She
may be the face I can’t forget
a trace of pleasure I regret
may be my treasure or the price I have to pay
she may be the song that Solomon sings
may be the chill that autumn brings
my be a hounded tearful things
within the measure of the day.

She
may be the beauty or the beast
may be the famine or the feast
may turn each day into heave or a hell
she may be the mirror of my dream
a smile reflected in a stream
she may not be what she may seem
inside as shell

she who always seems so happy ‘n proud
who’s eyes can be so private and so proud
no one’s allowed to see them when they cry
she may be the love that can and hope to last
may come to me from shadows of the past
that I remember till day I die

She
may be the reason I survive
the why and where for I’m alive
the one I’ll care for through the rough and rainy years
me I’ll take her laughter and her tears
and make them all my souvenirs
for where she goes I got to be
the meaning of my life is

she, she, she

PS: juro que, à noite, posto um texto mais decente.

O amor é bobo. Ou não?

{ Por que será? }

Eu estou parecendo criança na fase do porquê. Uma série de porquês ficam pulando na minha cabeça. Talvez inspirada num blog que eu visito sempre, o Mãe 24h, que sempre cria uns porquês com alternativas. Então me pergunto:

Sobre Mulheres Apaixonadas:
– Por que a mãe da Clara, que aporrinhou a novela toda e foi à formatura da filha (obrigada, Carolina!), não teve um chilique ao ver o beijo dela com a Rafaela?
– Por que a mãe do Fred, que sempre odiou a Raquel, não foi tomar satisfações com ela pela morte do filho? Aliás, por que ela não esbofeteou a professora quando ela disse que estava grávida?
– Por que a super peça “Romeu e Julieta” estava sendo ensaiada há meses, com várias pessoas, se só a Clara falou alguma coisa e a Rafaela suspirou?
– Por que só os maus podem acabar a novela sozinhos?
– Por que todas as mocinhas são magras?
– Por que o Manoel Carlos não fez a mulher com câncer de mama, no mínimo, prender o cabelo e usar uma peruca de verdade?
– Por que eu assisti essa novela????

Sobre o trânsito:
– Repito: por que as marmotas podem ter carteira de motorista?
– Por que as marmotas dirigem a 40 por hora na pista da esquerda?
– Por que a pista em que você está é sempre a que anda mais devagar?
– Por que o trânsito sempre está livre quando se está calma e horrível quando se está estressada?
– Por que as pessoas param em fila dupla?
– Por que as pessoas param na caixa amarela?
– Por que as pessoas param no sinal verde quando não tem ninguém na frente????

Sobre o totalmente inexplicável:
– Por que existem três tipos de “porquê”?
– Por que 95% dos filmes brasileiros têm putaria?
– Por que os homens são como são?
– Por que eu digo uma coisa quando quero outra?
– Por que quando eu tenho várias coisas pra fazer, logo aparecem mais 500 ao mesmo tempo?
– Por que quando eu quero dormir é hora de acordar?
– Por que quando eu quero acordar é hora de dormir?
– Por que minha gata corre feito louca pela casa?
– Por que a porra da globo.com insiste em não publicar o texto que eu quero?
– Por que eu sempre esqueço o que eu ia escrever????

Por que?

{ Apêndice }

Quando falei no Mãe 24h, pensei que seria totalmente injusto não citar os blogs que eu sempre visito. Desculpem as descrições, de repente alguém acha que não é nada disso que eu escrevi. Ah, de repente não é mesmo.

Bom, então lá vão, em ordem alfabética (peloamordeDeus, perdoem se eu esquecer alguém!):

Aisling: um rapaz que tem uns textos que mereciam ser musicados.

Another Blog: uma pessoinha que eu nem bem conheço, mas que sei que merece muita coisa boa – e os textos são ótimos!

Apontamentos: blog de um amigo meu que escreve muuita coisa pra mulher que ele gosta.

Appothekaryum: o dia a dia que você não sabe se é real ou imaginário.

Assuntoph: a menina parece uma revolução, ainda mais na cidade em que ela tá…

Caco Alfredo: provando que mulher entende de futebol (e de todo o resto também!).

Mãe 24h: uma mãe coruja que faz da maternidade uma piada.

Ninguém Presta… Inclusive Eu!?!?!: ainda não entendi bem qual é a do cara, mas adoro o blog.

Serotonina Zero: o cara tem umas idéias muito aleatórias sobre coisas mais aleatórias ainda.

Soda Cáustica: alguém com vários problemas como o meu e que tem textos “divertidos” (ela odiou uma pessoa que disse isso, mas é verdade!).

Tô Bloganu: o blog que me apresentou à maioria dos que eu visito hoje. De uma pessoa muito bacana que não gostou de mim logo de cara, mas agora acho que está tudo resolvido. Textos muito legais, mesmo (ou especialmente) quando a Syl está de mau humor.

Devo ter esquecido algum. Adiciono quando lembrar.

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