{ Freud – dizem – explica }

Eu odeio meu inconsciente. O desgraçado vive me pregando peças – a última foi o template. Estava eu, feliz da vida, com meu template novo, quando a Anna Carolina veio perguntar da minha inspiração para a nova roupa do chá-tice.

Qual não foi minha surpresa ao entrar no Appothekaryum e ver que era praticamente um plágio! Eu, que tanto chiei, praticamente copiei o template da Anna! Ai ai ai, que feio. Pior é que eu já tinha entrado lá e não tinha notado nada, mas depois que ela falou foi impossível não notar! Eu semprei gostei muito daquele layout, aí o lazarento do meu incosciente montou um quase igual achando que meu consciente não ia descobrir. Arrá!

É por isso que eu odeio essas formas de consciência que não são conscientes. Essas coisas de psicólogo, né? Aliás, nunca fui em um; quer dizer, minha mãe disse que eu fui, mas eu nem lembro. Ela queria a todo custo que eu parasse de chupar dedo (o que foi até os oito anos de idade) e fez de tudo pra eu largar o hábito. Engraçado, porque eu só me recordo do meu pai entrando no quarto, muito brabo, dizendo que era pra eu parar antes que eu tivesse que usar aparelho. E, ainda por cima, daqueles “freio de burro”.

O que ninguém entendia é que eu queria usar o maldito aparelho! O motivo, só Freud explica: a menina mais paquerada (paquerada? Na segunda série do primário?) da minha sala usava um desses. E lá estava meu inconsciente me mandando não parar de chupar dedo!

Anna Carolina, pode deixar que resolvo isso essa semana. Ah, e aproveitando o momento recado… Bialzinha, obrigada por ter falado com a Syl. Eu ia escrever pra ela, mas não achei o e-mail no blog. Ou meu insconsciente não deixou achar, por uma razão que eu não faço idéia de qual seja!

Maldita seja a Psicologia!

Sub? In? Consciente?

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