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	<title>chá-tice &#187; 2007 &#187; abril</title>
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	<description>discussões sem sentido a respeito de coisas que não fazem a menor diferença</description>
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		<title>{ As histórias }</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2007 13:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Simoni Junqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[chá-tice blogger]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu de começar os textos com verbos. Porque, afinal, é assim que começam todas as histórias, não é? Começando. Nem sempre importa quem faz o que. Nem onde. Nem com quem. Às vezes, só importa que seja feito. Como grandes histórias de amor. Eu e você, eu e aquele outro, você e aquela uma. São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deu de começar os textos com verbos. Porque, afinal, é assim que começam todas as histórias, não é? Começando. Nem sempre importa quem faz o que. Nem onde. Nem com quem. Às vezes, só importa que seja feito.</p>
<p>Como grandes histórias de amor. Eu e você, eu e aquele outro, você e aquela uma. São só grandes tramas românticas – às vezes, nem isso. E importa?</p>
<p>Os verbos indicam muito mais que uma ação. Indicam coragem em fazê-la. Se bem que dizem que a coragem é uma forma de burrice. Que seja. Não faz mais diferença quem fez o que. O fundamental é que foi feito, e é por isso que estamos aqui agora. Nesse ponto da história, e não lá naquele outro, cheio de vírgulas e poréns. E novos parágrafos que sempre acabavam contando a história do parágrafo anterior.</p>
<p>E eu não quero saber se as letras que se escrevem saem de mim ou desse pequeno demônio que mora aqui dentro. Deixe que grite e que não faça sentido. Como eu não faço. Nem você. E não interessa quem, desde que as atitudes sejam tomadas. E novas histórias sejam contadas.</p>
<p>Que venham, cheias de verbos.</p>
<p><a href="javascript:goToComments('39514598')"> Contando&#8230;   <script type="text/javascript">// <![CDATA[
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